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segunda-feira, 21 de maio de 2012

Timidez e Terapia Ocupacional

  A Timidez pode ser definida como o desconforto e a inibição em situações de interação pessoal que interferem na realização dos objetivos pessoais e profissionais de quem a sofre.  Caracteriza-se pela obsessiva preocupação com as atitudes, reações e pensamentos dos outros. A timidez aflora geralmente, mas não exclusivamente, em situações de confronto com autoridade, interação com algumas pessoas: contato com estranhos e ao falar diante de grupos, e até mesmo em ambiente familiar.
  A timidez é um padrão de comportamento em que a pessoa não exprime (ou exprime pouco) seus pensamentos e sentimentos e não interage ativamente. Embora não comprometa de forma significativa a realização pessoal, constitui-se em fator de empobrecimento da qualidade de vida. 
  Aliás, quando em grau moderado, todos os seres humanos são, em algum momento de suas vidas, afetados pela timidez, que funciona como uma espécie de regulador social, inibidor dos excessos condenados pela sociedade como um todo, ou micro-sociedades.
  A timidez funciona ainda como um mecanismo de defesa que permite à pessoa avaliar situações novas através de uma atitude de cautela e buscar a resposta adequada para a situação.
  
Existem dois tipos de timidez:

a) Timidez situacional: a inibição se manifesta em ocasiões específicas, e portanto o prejuízo é localizado (por exemplo: a pessoa interage bem com a autoridade e pessoas do sexo oposto, mas sente vergonha de falar em público);

b) Timidez crônica: a inibição se manifesta em todas as formas de convívio social. A pessoa não consegue fazer amigos e falar com estranhos, intimida-se diante da autoridade, tem medo de falar em público etc.

Evolução

  Adultos tímidos foram crianças tímidas ou adolescentes tímidos. Já adolescentes tímidos não foram necessariamente crianças tímidas. No entanto, ter um temperamento tímido na infância ou na adolescência não torna inevitável que alguém seja tímido por toda a vida.

Infância

  Algumas crianças nascem com pré-disposição a serem tímidas, assim como outras têm predisposição para se tornarem hiperativas ou calmas. Mas, se uma criança com tal predisposição genética encontrar um ambiente propício para a timidez se desenvolver, isso certamente ocorrerá.
  O psicoterapeuta Ruy Miranda aponta que o papel dos pais é decisivo neste processo e a timidez certamente desenvolverá se um ou ambos os pais: 
a) forem eles próprios tímidos – a percepção depreciada de si mesmo é transferida para o filho;
b) forem muito agressivos – o filho passa a perceber os outros como potencialmente hostis; 
c) submeterem o filho a constantes críticas ou humilhações silenciosas ou públicas – a auto-estima do filho é comprometida;
d) criem problemas familiares que causem vergonha – se o pai bebe ou leva uma vida desregrada a criança ou o jovem pode carregar esta vergonha como parte de sua vida; o mesmo problema ocorre com a separação dos pais; 
e) tiverem um comportamento frio – pais que não exprimem seus sentimentos não ajudam os filhos a desenvolver a percepção de confiança em si próprios.
  Em suma, a timidez deve ser vista como um traço do temperamento, com tudo o que ele implica, isto é, algo estável presumivelmente herdado, que aparece cedo na vida de numa criança e que provavelmente determina o posterior desenvolvimento da personalidade, da emotividade e da conduta social. 
  Mas, apesar do peso da hereditariedade, este traço do temperamento poderá ser atenuado ou reforçado pela conduta dos pais e pelas experiências vividas pela criança na infância.

Adolescência

  A timidez é mais comum na adolescência e, como vimos, independe de o adolescente ter sido tímido na infância. O quadro na adolescência, principalmente nos primeiros anos, pode se mostrar sério, mesmo quando na infância se apresentasse leve ou quase imperceptível.
  O rápido crescimento por que passam os adolescentes pode fazer com que ele crie uma auto-imagem desfavorável de seu corpo, do todo ou de parte dele, mesmo que essa imagem distorcida não corresponda à realidade. Numa fase da vida em que a aceitação pelo grupo é essencial, esta distorção do corpo gera no jovem a insegurança de não ser bem visto pelos outros e favorece o reforço da timidez.
  Este estado de insegurança se alterna, por vezes, com um estado de euforia, quando o jovem faz alguma coisa para mudar a parte do corpo que lhe causa desconforto (por exemplo, mudando o corte de cabelo ou fazendo regime para emagrecer). Este estado de euforia, no entanto, não costuma durar muito e logo, a insegurança e a timidez se reinstalam.
  Este quadro não costuma perdurar quando o jovem entra na idade adulta, por volta dos vinte anos. 
  Ao persistir, tem tudo para se transformar num quadro realmente grave.

 FORMAS PATOLÓGICAS

  A timidez não é um transtorno mental, mas a timidez crônica pode evoluir para uma patologia, principalmente quando o adolescente não consegue superá-la ao entrar na vida adulta.
   
Fobia social - quando a pessoa passa a evitar todas as situações sociais que não lhe são impostas pela mais absoluta necessidade. Assim, compelida a garantir sua sobrevivência, a pessoa pode, com algum sacrifício, trabalhar, mas evita outras situações que exijam exposição social, como comer em restaurantes, falar em público ou usar banheiros públicos. Quando submetida a essas situações, suas reações físicas são mais visíveis e intensas, obrigando às vezes a uma internação hospitalar. Além das sudoreses e tremores comuns nos tímidos, o fóbico sofre de taquicardia, náuseas e desconforto abdominal.
  O sofrimento de quem é acometido de fobia social é tão mais insuportável porque, no íntimo de seu ser, a pessoa anseia por manter um "relacionamento social", mas só não o faz porque uma intensa sensação de ameaça impede que isso ocorra.

Síndrome do pânico - mais grave que a fobia social é o transtorno ou síndrome do pânico. Ao contrário da fobia social, não depende de nenhuma interação social ou mesmo da presença de outra pessoa para que se desencadeie o processo patológico, em que o paciente apresenta sensação de desmaio ou de morte iminentes.
  Os ataques de pânico ocorrem aleatoriamente e o portador da síndrome pode passar longos períodos sem sentí-los, tanto que as primeiras manifestações são interpretadas como sendo apenas sinais de uma exaustão física ou uma decorrência do stress.

Tratamento Terapêutico Ocupacional para os tímidos

  Auxiliar o tímido nas situações de exposição do cotidiano que geram ansiedade, ampliando a sua capacidade de resiliência e de se adaptar a novas situações do dia-a-dia. Diminuindo o seu grau de timidez e, aumentando a sua participação social. 

domingo, 25 de março de 2012

Comentários & sugestões

Acredito, que o trabalho em conjunto nos faz crescer !!!

Deixe aqui comentários e/ou sugestões para as próximas postagens no blog. Bjs

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Terapia Ocupacional e inclusão social

   Primeiramente, a inclusão social começa em casa, pois muitas vezes a pessoa com alguma deficiência física, mental, afetivo é colocada de "lado", ou seja, como se ela não fizesse parte da família. Logo, começa no âmbito escolar e/ou trabalho pois são diversas ações possíveis para o Terapeuta Ocupacional, desde a estruturação da escola e/ou trabalho em relação a rampas suaves para facilitar o acesso da pessoa com deficiência física, pisos antiderrapantes, portas largas, corrimões, sanitários acessíveis e cadeiras de rodas adaptadas de preferência, uso de pranchas de comunicação alternativa, confeccionadas de acordo com as necessidades do individuo, adaptações específicas, como engrossadores de lápis e giz de cera, adaptação de jogos, adaptação do próprio material pessoal e pedagógico e da confecção de suportes para livros e cadernos, assim como dentre outras diversas coisas. 
   O Terapeuta Ocupacional também fará uso de atendimentos clínicos no sentido de serem trabalhadas questões relacionadas a coordenação motora fina, grossa e global, noções temporais e espaciais, memória atenção, estimulação precoce e visual, dentre outras coisas.
  Nem sempre o trabalho do Terapeuta Ocupacional tem que estar ligado aos níveis de funcionalidade e independência, pois o mais importante é a atenção, ou seja, o lado afetivo por parte do Terapeuta Ocupacional e a sua sensibilidade em poder ler muitas vezes através de linhas muito sútis ou até mesmo imaginárias que um indivíduo com deficiência realmente precisa dele.
  Mas infelizmente ainda há um grande desconhecimento e até mesmo descaso por parte de algumas pessoas em achar que o trabalho do Terapeuta Ocupacional é fazer caixinhas de papelão, pintar vasinhos ou dizer às pessoas: “hoje você pode fazer o que quiser”, no sentido de “hoje não estou afim de perder meu tempo com você”.
  Mas mal sabem essas pessoas que o fato de você olhar para uma pessoa som deficiência e dizer: HOJE VOCÊ PODE FAZER O QUE QUISER, significa: “ESTOU AQUI COM MEU CORAÇÃO ABERTO ESPERANDO QUE VOCÊ PEGUE AQUILO QUE VOCÊ NECESSITA, PARA QUE JUNTOS ALCANCEMOS O NOSSO OBJETIVO”.
  E para que isso aconteça, tudo é uma questão de confiança e tempo, não é do dia para a noite que se consegue conquistar a confiança de uma pessoa.

E como diz em Eclesiastes 3:1: “Tudo tem seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu.”

Ou seja: Pessoas são como borboletas ao vento... algumas voam rápido... algumas voam pausadamente... mas todas voam do seu melhor jeito. Cada uma é diferente, cada uma é linda e cada uma é especial."

domingo, 11 de dezembro de 2011

Quedas em idosos e a Terapia Ocupacional

   Aproximadamente 30% dos idosos sofrem pelo menos uma queda por ano, segundo o Ministério da Saúde. Entre as mortes por causas externas (não relacionadas à saúde), esse tipo de acidente é responsável por 24% dos óbitos  nessa faixa etária.
     As principais causas de quedas com idosos são a fraqueza muscular, a diminuição da visão e da audição, a falta de equilíbrio e o uso inadequado de medicamentos. Em casa é onde os idosos mais caem, os grandes vilões são as escadas e os banheiros.
  Os familiares dos pacientes idosos podem identificar sinais que levariam à quedas prestando atenção no idoso, ou seja, os familiares devem olhar se ele tropeça com frequência, se está com alguma dificuldade para enxergar, se tem déficits cognitivos e se tem dificuldade para andar ou se levantar depois de sentado. Se apresentar alguns desses itens, ele é um caidor em potencial.
  Dentro da Terapia Ocupacional, os principais instrumentos utilizados para tratamento de quedas e a adaptação da casa do idoso, é focada nas atividades diárias e no desempenho ocupacional, por isso ao receber o idoso caidor o Terapeuta Ocupacional procura conhecer sua rotina, saber se tem algum déficit cognitivo ou dificuldades físicas, as roupas e calçados que costuma usar e seu histórico de quedas. Em seguida investiga os ambientes pelos quais essa pessoa transita e seus hábitos. Feito isso, são propostas mudanças, que podem incluir instalação de barras, melhora da iluminação, fixação de tapetes, aumento do espaço livre e fitas de alerta em degraus. Nem sempre o que se propõe o idoso aceita ou é viável para a família. Há famílias que não têm dinheiro para instalar barras de apoio no banheiro, por exemplo. Neste caso, já cheguei a orientar que fizessem essas barras com ferro galvanizado, aquele de antena de TV. Para que uma mudança ou adaptação na casa do idoso seja bem sucedida o profissional deve lembrar que aquele não é um espaço qualquer. A casa de uma pessoa é cheia de significados e lembranças que fazem parte de sua história, e isso está mais presente ainda quando falamos em idosos.
  Durante o tratamento o Terapeuta Ocupacional procura reforçar o que já foi orientado e se necessário faz alterações no plano inicial, de acordo com a viabilidade do projeto. Quando o tratamento termina, são agendados retornos periódicos para manter as mudanças e evitar que novas quedas ocorram. 
  Nesse processo é importante ressaltar o papel da família, pois depois que são feitas as mudanças são as pessoas próximas as encarregadas de mantê-las.
  O mal mais difícil em se tratar é o cognitivo, pois quando a déficits físicos é só fazer a adaptação que o idoso irá seguir o que foi orientado. Já quando os déficits são cognitivos, é necessário que o Terapeuta Ocupacional e/ou cuidador reforce constantemente as orientações e assuma a responsabilidade pela prevenção das quedas. Quando um idoso está em determinado grau de demência, por exemplo, dificilmente irá se lembrar que precisa segurar no corrimão para andar.
  No caso das doenças degenerativas as adaptações são feitas aos poucos, conforme as perdas funcionais avançam, isso é importante para não sobrecarregar ou assustar o paciente com mudanças que só precisarão ser feitas no estágio final da doença.
   Alguns pacientes rejeitam o tratamento ou a mudança da rotina após o  acidente, porque eles acham que a queda representa muito mais do que simplesmente cair, pois vêem a queda como a concretização de um declínio funcional, como se estivesse incapaz. Há casos de pessoas que desenvolvem quadros depressivos após cair.
  No tratamento de quedas não há exatamente mudanças no estilo de vida. O Terapeuta Ocupacional leva em conta os desejos, a personalidade e hábitos da pessoa, por isso essas mudanças não costumam ser radicais. Têm pacientes idosas que se recusam a tirar os tapetes de suas casas, mesmo sabendo que eles oferecem risco, nesses casos é preciso manejar a situação e encontrar um meio termo, como fixar fitas adesivas antiderrapantes.
   O papel do Terapeuta Ocupacional é buscar soluções que sejam adequadas para a condição familiar do idoso. Se a família tiver poucos recursos para alterar grandes estruturas da casa, por exemplo, o Terapeuta Ocupacional tem condições de sugerir alternativas.
  Devido ao aumento no número de idosos no país, os Terapeutas Ocupacionais estão se preparando para atender esse aumento da demanda, começando nas universidades que têm oferecido mais cursos de Terapia Ocupacional e também a pouco tempo os convênios passaram a cobrir esse tipo de serviço.
  A adaptação de uma casa pode ficar tanto cara quanto barata, isso vai depender dos materiais utilizados. Existem soluções simples que podem garantir a segurança do idoso gastando pouco, como instalar corrimão de ferro galvanizado ou tubo de PVC recheado com cimento, retirar tapetes, fios e objetos soltos pelo chão, colocar fitas de alerta nos degraus e antiderrapantes, manter os ambientes bem iluminados e com espaço livre para circulação, evitar encerar o chão, organizar os objetos de forma que os mais utilizados fiquem em lugar de fácil acesso, evitar andar de meias pela casa, e evitar usar sapato com salto alto e roupas esfregando o chão. Já se a família tiver condições financeiras as mudanças podem incluir a troca de piso, de móveis e da cor da parede, instalação de spots de luz, instalação de elevador de assento sanitário e construção de rampas de acesso.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Origami Personalizado - modo de fazer

    À pedidos, estou postando aqui, primeiramente, os tipos de papéis que fazemos o origami personalizado. Os tipos de papéis são: papel sulfite ou colorplus nas cores que vc desejar, e também podemos fazer com aqueles folhetos que recebemos em supermercados. Agora, vamos ao modo de fazer:

1) Riscar e cortar a folha escolhida nas dimensões de 5cm por 9cm.

2) Depois de ter cortado, vão pegar o "retângulo" e dobrar ao meio - apartir do comprimento;

3) Feito o número 2, dobre ao meio novamente, formando um retângulo menor;

4) Dobre a ponta para o lado em forma de L; 

5) Faça o mesmo com a outra ponta, igualando-as;

6) Abra e observe a forma adquirida;

7) Logo, dobre as pontas para baixo;

8) E, vire as pontas para trás, formando um triângulo;

9) Abra levemente para esconder a ponta por dentro do papel;

10) Para finalizar, dobre o papel ao meio. 

    Essa será a dobradura básica para a elaboração de todas as peças. 

sábado, 19 de novembro de 2011

Cinoterapia

 Cinoterapia é uma nova abordagem terapêutica que tem como diferencial o uso de cães como co-terapeutas no tratamento físico, psíquico e emocional de pessoas com necessidades especiais. Ajudando na realização de atividades lúdicas que estimulam o equilíbrio, a fala, a expressão de sentimentos, a imaginação e o autoconhecimento. 
  Profissionais das áreas de saúde e educação acreditam nesse instrumento " o cão" como reforçador, estimulador e facilitador da reabilitação e reeducação global do paciente. Pois eles despertam naturalmente emoções comunicativas no ser humano. 
   Para saber qual o melhor cão para se realizar o tratamento, primeirante deve - se procurar um veterinário  e em conjunto, ele irá orientar o tipo de cão através da parte de saúde pública à da parte fisiológica e comportamental dos animais, além da interação animal-paciente.
   O diferencial da cinoterapia em relação à equoterapia é o tipo de estímulo dado ao paciente, o tratamento com cavalos se baseia em estímulos da movimentação pélvica dos pacientes, com o andar dos cavalos, e no equilíbrio para se manter em cima do animal, já com os cães tentamos fazer com que as crianças e os idosos realizem os movimentos que haviam sido perdidos.

       Atividade X Terapia

    É importante distinguir a atividade assistida da terapia assistida por animais. A primeira não requer um profissional, ou seja, o cão pode ir à uma creche ou asilo para que as pessoas possam acarinhá-lo, por exemplo, não está sendo  direcionado a uma pessoa somente e traz benefícios educacionais, recreacionais ou motivacionais a partir do contato com o animal; já a terapia assistida, necessariamente, tem que ser feita por alguém qualificado. Pois, o trabalho é personalizado de acordo com os objetivos a serem alcançados. Importante lembrar que a cinoterapia é um tratamento complementar, e que não exclui e muito menos substitui o tratamento convencional.

     Benefícios
  Os benefícios da terapia com cães são inúmeros, pois o método é válido para todas as idades e circunstâncias, mas no caso de idosos os resultados são bastante satisfatórios e para as crianças, nem se fala.  Elas se sentem mais empolgadas a realizar o tratamento, pois têm a noção de estar no comando, já que quem dá a ordem aos animais são elas.
   O sucesso do tratamento passa pela sua aplicabilidade e resposta dada pelo paciente. A cinoterapia favorece a socialização, abre espaço para a convivência em grupo, ajuda na inclusão de crianças com necessidades educativas especiais, permitindo trabalhar a emoção, a comunicação, a marcha, a coordenação motora fina e grossa, o equilíbrio dinâmico e estático, a fala, a afetividade, o companheirismo, a atenção, o interesse, a tolerância.
    Mas não são somente os pacientes que saem ganhando, não, para os cães - co-terapeutas, isso é um excelente negócio. Pois, eles precisam gastar energia e, com essa atividade, trabalham a parte de sua socialização e equilíbrio emocional.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Terapia Ocupacional também reutiliza garrafas pet

   O natal está chegando... Época de enfeitar a casa, de ficar mais próximo de Jesus e de trabalhar com nossos pacientes ( crianças, adultos e idosos) o significado desta data tão significativa que é o nascimento de Jesus - O NATAL. 
   Podemos começar o trabalho montando uma árvore de natal utilizando garrafas pet, com isso nós Terapeutas Ocupacionais podemos trabalhar diversos aspectos como o cognitivo, físico, socialização, interação, e também esta data tão importante para todos nós.  
     Só temos que tomar cuidado com objetos cortantes e o fogo, em caso de crianças, adultos, idosos, e também  pacientes com algum transtorno mental. 
    Abaixo vai um vídeo de Luciano Magalhães ensinando como se faz uma árvore de natal reutilizando garrafas pet: